Diretoria
Diretoria e Conselho Consultivo eleitos em assembleia realizada em 30 de outubro de 2025 para o triênio 2025–2028.
Conselho Consultivo
Assessoria jurídica
Paula Vergueiro
Fortalecimento da gestão para alcançar remuneração de autores no Brasil
A nova gestão prioriza o aumento da base de associados e de obras, o fortalecimento da administração, a ampliação dos mecanismos de transparência e dos acordos de reciprocidade com entidades-irmãs de outros países, além da atuação pela aprovação de uma legislação que assegure a remuneração dos autores do audiovisual no Brasil.
A GEDAR iniciou a gestão 2025–2028 com foco em ampliar sua base de autores associados e de obras, aperfeiçoar sua atuação política e administrativa e fortalecer a estrutura necessária para prestar serviços aos profissionais representados pela entidade.
“A GEDAR seguirá em sua missão de garantir a justa remuneração de autores roteiristas pela exibição de suas obras, no Brasil e no exterior. Para isso, precisamos principalmente da aprovação de um projeto de lei no Congresso brasileiro e também nos preparar para prestar o melhor serviço aos profissionais cujas obras sejam administradas por nossa entidade quando esta lei existir no País”, afirma André Mielnik.
Mielnik concluiu dois anos à frente do grupo de voluntários que geriu a ABRA (Associação Brasileira de Autores Roteiristas). Nesse período, a entidade alcançou representação em 26 Estados e no Distrito Federal, aumentou a arrecadação em 285% e atingiu índice de eficiência financeira de 75% na relação entre despesas e receitas.
Entre as pautas acompanhadas pela GEDAR está o PL 4.968/2024, que trata da remuneração de titulares de obras audiovisuais e musicais em plataformas digitais.
“Quando conseguirmos a aprovação da lei, os streamings, por exemplo, pagarão aos roteiristas não só o cachê, mas também por cada exibição de filmes ou séries. É assim que funciona em países como França, Espanha, Argentina, Colômbia e Chile, e isso trouxe maior estabilidade e qualidade de vida aos roteiristas nestes países”, explica André Mielnik.