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Gestão 2025–2028

Diretoria

Diretoria e Conselho Consultivo eleitos em assembleia realizada em 30 de outubro de 2025 para o triênio 2025–2028.

PresidenteAndré Mielnik
Vice-PresidenteValéria Motta
Secretário-GeralOtavio Chamorro
Diretora FinanceiraMarcela Macedo
Diretora de Comunicação e Ação SocialFabiane Leite
Diretora de InfraestruturaVana Medeiros
Diretor de TecnologiaGuilherme Ruiz

Conselho Consultivo

Carla FaourCamilo PellegriniFlavia VieiraInaê LuzLúcia TupiassúMaíra OliveiraMurilo HauserPaulo Marcelo do ValeVinicius Augusto Bozzo

Assessoria jurídica

Paula Vergueiro


Sobre esta gestão

Fortalecimento da gestão para alcançar remuneração de autores no Brasil

A nova gestão prioriza o aumento da base de associados e de obras, o fortalecimento da administração, a ampliação dos mecanismos de transparência e dos acordos de reciprocidade com entidades-irmãs de outros países, além da atuação pela aprovação de uma legislação que assegure a remuneração dos autores do audiovisual no Brasil.

A GEDAR iniciou a gestão 2025–2028 com foco em ampliar sua base de autores associados e de obras, aperfeiçoar sua atuação política e administrativa e fortalecer a estrutura necessária para prestar serviços aos profissionais representados pela entidade.

“A GEDAR seguirá em sua missão de garantir a justa remuneração de autores roteiristas pela exibição de suas obras, no Brasil e no exterior. Para isso, precisamos principalmente da aprovação de um projeto de lei no Congresso brasileiro e também nos preparar para prestar o melhor serviço aos profissionais cujas obras sejam administradas por nossa entidade quando esta lei existir no País”, afirma André Mielnik.

Mielnik concluiu dois anos à frente do grupo de voluntários que geriu a ABRA (Associação Brasileira de Autores Roteiristas). Nesse período, a entidade alcançou representação em 26 Estados e no Distrito Federal, aumentou a arrecadação em 285% e atingiu índice de eficiência financeira de 75% na relação entre despesas e receitas.

Entre as pautas acompanhadas pela GEDAR está o PL 4.968/2024, que trata da remuneração de titulares de obras audiovisuais e musicais em plataformas digitais.

“Quando conseguirmos a aprovação da lei, os streamings, por exemplo, pagarão aos roteiristas não só o cachê, mas também por cada exibição de filmes ou séries. É assim que funciona em países como França, Espanha, Argentina, Colômbia e Chile, e isso trouxe maior estabilidade e qualidade de vida aos roteiristas nestes países”, explica André Mielnik.